O Misa (Media Institute of Southern Africa) é uma organização sem fins lucrativos presente em 11 países do sul da África e com sede na Namíbia, que tem como principal objetivo promover uma imprensa livre, independente e plural. Um dos materiais produzidos pela organização é um guia que ensina o passo-a-passo para uma campanha (como defender uma causa). Veja a seguir a versão traduzida. Outras informações pelo site www.misa.org ou pelo e-mail advokit@misa.org
Primeiro passo
Qual é o problema?
Identifique o problema
Por que atacar este problema em vez de outros?
Quais as prioridades deste problema?
Uma análise resumida do problema:
Quais são seus pareceres sobre o problema?
Por que você está preocupado com este assunto?
Qual é a sua ordem do dia?
Quais são os outros pontos de vista existentes sobre esse problema?
Você consultou homens e mulheres?
Quais interesses são satisfeitos por cada ponto de vista?
Quais interesses você acha que está satisfazendo?
Segundo passo
Como você pode descobrir mais sobre esse problema?
Colete informações sobre o assunto dentro de seu contexto local e nacional
Pesquise sobre exemplos regionais e internacionais semelhantes
Esteja familiarizado com as políticas, normas e diretrizes em vigor
Encontre precedente realizado em outros contextos
Terceiro passo
Qual a visão de sua campanha? Quais são as metas ao longo do caminho
À luz de sua pesquisa, você ainda mantém suas posições iniciais sobre o problema?
Estabeleça itens não-negociáveis
Identifique claramente suas metas. Foque nos pequenos passos
Quarto passo
Identifique os jogadores
Quem você quer atingir?
Quem tem o poder?
Quais são seus aliados?
Quais são seus oponentes?
Quinto passo
Qual estratégia você vai usar para atingir suas metas?
Formule um plano de ação (incluindo algumas ou todas as seguintes táticas):
Considere quais recursos humanos e financeiros você tem à disposição
Forme um comitê de campanha com diversidade de gênero e subcomitês relevantes
Construa alianças com outros grupos de interesse que são potenciais parceiros nessa campanha
Crie aliados e estude como interagir com eles
Crie e-groups (grupos eletrônicos de discussão)
Mobilize pessoas que você identificou como jogadores
Capte recursos
Compartilhe informações. Crie um informativo ou um boletim
Nomeie um porta-voz e identifique pessoas carismáticas que vão, publicamente, se associar à campanha
Consiga cobertura da imprensa
Envie releases
Redija cartas aos editores dos veículos de comunicação
Publique artigos na imprensa
Veicule anúncios
Conceda entrevistas às emissoras de rádio e televisão
Desenvolva cartazes
Crie músicas de protesto
Consiga atenção do público
Camisetas
Adesivos
Botons
Murais
Organize encontros e fóruns públicos
Realize protestos públicos – considere usar práticas pouco comuns
Identifique pessoas-chave e desenvolva estratégias para influenciar o governo e outros setores
Se aproxime de seus oponentes promovendo, por exemplo, debates públicos
Lide com ataques e contra-argumentos dos oponentes
Considere os potenciais riscos e conseqüências
Sexto passo
Como você monitorará e avaliará o sucesso de sua campanha?
Relate o andamento da campanha
Arquive todos os resultados da campanha (fotos, recortes de jornais etc.)
Considere mudanças de rumo quando for necessário
Avalie seus resultados e fracassos de acordo com as metas estipuladas
Como você vai fortalecer sua campanha e levá-la adiante?
Estrangeiros detêm mais de 3 milhões de hectares da Amazônia Legal
Existem 3,1 milhões de hectares de terras na Amazônia Legal nas mãos de estrangeiros. Essa área corresponde a 39 mil imóveis rurais, mas pode ser ainda maior. Isso porque no cadastro do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) só existem registros de imóveis que tiveram os documentos apresentados por seus proprietários.
De acordo com a legislação brasileira, para um estrangeiro adquirir propriedades dentro do país, basta residir no Brasil e apresentar a carteira de identidade ao escriturar a terra. No caso de empresas estrangeiras, é necessária apenas uma autorização para funcionar no país. Mas o tamanho dessas propriedades é limitado, conforme o estado e o município onde estão localizadas.
Segundo o presidente do Incra, Rolf Hackbart, o crescimento do agronegócio no país multiplicou o interesse de investidores estrangeiros por terras brasileiras. Ele ressaltou que tanto ativistas ambientais bem-intencionados quanto especuladores do setor madeireiro estão investindo em terras na Amazônia, encontrando terras à venda na região até pela internet.
O governo brasileiro está avaliando a imposição de restrições maiores sobre a propriedade de terras por estrangeiros no Brasil. (Ecopress com informações da Agência Envolverde - 28/04/08, às 22h10)
COMENTÀRIO:Puta que merda daqui á pouco ne não fizermos nada os caras vão querer ela inteira a estamos perdidos é bom sabre que nosso governo está tentando preservar o que é nosso.
Bom achei esse video no youtub que acho maravilhoso espero que vcs gostem!!!!
Gente como o tempo passa parece que foi ontem que fiz 18 anos e daqui 4 dias estarei fazendo 3.0, se tive-se que fazer um balanço da minha vida até agora diria que está tudo empatado, coisas boas coisas não tão boas, mas tenho que agradece pela familia que tenho amigos que estão sempre por perto e por estar conseguindo terminar a facul e fazendo estágio em meio ambiente que é onde pretendo me especializar, está é uma area que está crescendo já que muitas pessoas estão criando um a conciência ecológica e pensando mais em preservar está nossa casa que é a Terra!!! Um grande abraço a todos e mando mais notícias ambientais assim que puder fui.....
WAL-MART BRASIL LANÇA COBERTORES FEITOS 100% COM FIBRAS DE GARRAFAS PET
São Paulo, 24 de abril de 2008 - Cerca de 200 garrafas PET a menos no meio ambiente para cada cobertor. Mais de 115 milhões de garrafas aproveitadas por mês, até agora. Uma das grandes novidades da coleção de inverno do Wal-Mart Brasil chega às prateleiras: os cobertores da marca própria Select Edition e Simply Basic, produzidos com o fio de poliéster feito 100% de fibra de PET. Os produtos já estão nas lojas das regiões Sudeste e Sul e poderão ser adquiridos em diversos modelos e tamanhos.
Além de preservar o meio ambiente, a produção dos cobertores ajuda mihares de famílias ao envolver o trabalho de cooperativas de catadores em todo o País, que recolhem cerca de 800 toneladas de PET por mês. A iniciativa está alinhada com o plano global de sustentabilidade da empresa que tem entre os desafios envolver os fornecedores no desenvolvimento de produtos "sustentáveis".
Para o diretor de marcas próprias do Wal-Mart Brasil, Fábio Cyrillo, a empresa está oferecendo mais um produto que, além de ter preço baixo e gerar uma economia para que o cliente possa ter mais qualidade de vida, é também um cobertor que está levando iniciativas sustentáveis ao consumidor. "Esse lançamento dá oportunidade de o cliente suprir a necessidade de comprar cobertores para sua casa e, ao mesmo tempo, ajudar o meio ambiente ao apoiar iniciativas como essa, que retira milhares de garrafas PET das ruas e evita que elas virem lixo", afirma Cyrillo.
Produtos sustentáveis " A sustentabilidade é uma premissa que permeia toda a cadeia produtiva dos itens de marca própria do Wal-Mart Brasil. A meta da empresa é, até 2009, ter 100% das embalagens dos produtos de marca própria "sustentáveis ". "Já temos muitos exemplos de modificações em linhas de produto. Até o final deste ano, 80% dos nossos fornecedores devem se adequar. A empresa tem hoje 23 marcas próprias , em diversas categorias, de produtos de higiene a eletrônicos. Vamos liderar pelo exemplo", diz Cyrillo.
Dentre os produtos de marca própria hoje no mercado, o Wal-Mart Brasil oferece embalagens de hastes flexíveis e cereais matinais certificadas pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC), que garante que o papelão provém de florestas de reflorestamento. A empresa também negociou com seus fornecedores para desenvolver embalagens que gerassem uma redução no uso de material, como as águas minerais das marcas BIG, Nacional e Mercadorama. Uma mudança no formato na embalagem gerou uma redução de 8 gramas de plástico de garrafa, ou uma economia de mais de 27 mil garrafas PET por ano.
Negociações com o fornecedor da batata frita das marcas BIG, Nacional e Mercadorama resultou em uma modificação no sistema de impressão das embalagens, eliminando o uso de solventes e diminuindo a emissão de gases que causam o efeito estufa. As embalagens de biscoitos das marcas Great Value, BIG, Nacional e Mercadorama também foram remodeladas, passando a usar 14% menos plástico. Nos bifinhos para cachorro da marca Ol"Roy, a embalagem de 4 gramas passou a pesar 2,5 gramas, o que gerou uma economia 62% de plástico.
16/04/2008 Alto São Francisco ganha Centro de Referência em Recuperação de Áreas Degradadas
Com a meta de recuperar 600 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APP) da Bacia do Rio São Francisco - em 20 anos - será inaugurado nesta quarta-feira (16), no município de Arcos (MG), o Centro de Referência em Recuperação de Áreas Degradas (CR-ad) do Alto São Francisco. O laboratório de pesquisa de sementes e o viveiro modelo foram implantados na área da Estação Ecológica de Corumbá, administrada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF). O evento terá início às 13h30.
Na ocasião será lançado o Plano Integrado de Desenvolvimento Florestal da Bacia do São Francisco, documento elaborado pelo Departamento de Engenharia Florestal, da Universidade Federal de Lavras, sob a supervisão e o apoio logístico do Ministério do Meio Ambiente e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
A implantação dos CR-ads integra as ações do Programa de Revitalização da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, coordenado pelo Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas, vinculado à Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, e do Plano de Ação Estratégica de Recuperação e Desenvolvimento Florestal, elaborado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas, por intermédio do Departamento de Florestas, ambos do Ministério do Meio Ambiente.
O objetivo do Centro é efetivar-se como referência para a produção de modelos apropriados de recuperação de áreas degradadas que serão reproduzidas em larga escala no alto São Francisco. Para tanto foi firmada parceria com a Universidade Federal de Lavras, por intermédio do Centro de Excelência em Matas Ciliares, para, além do desenvolvimento de experiência e disponibilidade de mudas, serem realizadas atividades de mobilização para envolver as comunidades e os proprietários rurais da bacia na disseminação de boas práticas florestais.
Programação - A abertura será proferida pelos secretários do Ministério do Meio Ambiente, Luciano Zica (Recursos Hídricos e Ambiente Urbano) e Maria Cecília de Brito (Biodiversidade e Florestas), que apresentarão informações sobre a concepção do CR-ad e sua importância para a revitalização da bacia do São Francisco.
Em seguida, o diretor-geral do IEF/MG, Humberto Candeias Cavalcanti, e o professor do Centro de Excelência em Matas Ciliares, Antônio Cláudio Davide, apresentarão a proposta para a consolidação do Centro de Referência em Recuperação de Áreas Degradadas na região do Alto São Francisco.
Após as apresentações, será aberta solenidade para pronunciamento das autoridades presentes. Além das citadas, confirmaram presença o ministro da Integração Nacional, Gedel Vieira, o secretário estadual de Meio Ambiente, Dr. José Carlos Carvalho, o prefeito de Arcos, Plácido Ribeiro Vaz, o reitor da Universidade de Lavras, Antônio Nazareno Guimarães Mendes, e o presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica do São Francisco, Thomaz Mata Machado.
Para finalizar o evento, será realizado em ato de plantio de mudas de espécies nativas, simbolizando a luta pela revitalização dos recursos naturais da bacia do rio São Francisco.
Os CR-ads da Bacia - Além do CR-ad de Arcos serão inaugurados em 2008 mais dois centros na bacia do São Francisco, em Paracatu (MG) e em Petrolina (PE). Estudos de viabilidade técnica para a criação de outros CR-ads também encontram-se em andamento, com o objetivo de abranger todos os biomas ou regiões consideradas estratégicas para a restauração florestal. (Fonte: MMA)
Bom galera desejo a todos um ótimo final de semana!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ibama entrará com ações contra campeões de desmatamento
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai entrar na Justiça contra os responsáveis pelos maiores desmatamentos no País. Em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, nesta terça-feira, o diretor de Articulação de Ações da Amazônia do Ministério do Meio Ambiente, André Rodolfo de Lima, informou que na próxima semana serão apresentadas 50 ações civis públicas.
Segundo Lima, o governo pretende mover, a cada mês, novas ações, para buscar a responsabilização civil e penal de quem tem desmatado irregularmente. A maioria delas abrange a área dos 36 municípios identificados como os campeões do desmatamento nos últimos três anos. Ele ressaltou que esses municípios têm um território equivalente a menos de 5% da Amazônia, mas são responsáveis por até 50% dos índices de desmatamento nos últimos três anos.
Além de uma série de portarias e instruções normativas já em vigor, o governo deve oferecer um pacote de ações no segundo semestre para que esses municípios possam sair da lista de maiores desmatadores. Entre as ações, a Força Aérea Brasileira deve sobrevoar as áreas com radar para monitoramento mais preciso dos embargos realizados nessas regiões e controle da circulação de madeira à noite.
Divulgação da lista
André Lima afirmou que o governo chegou a pensar em divulgar a lista com os nomes dos 150 maiores devastadores da floresta, mas preferiu rever, por enquanto, a estratégia. "Estamos selecionando os grandes desmatamentos e, antes de divulgar qualquer coisa, entrando com as ações. Como são ações públicas, todo o mundo pode ter conhecimento de quem são os responsáveis por ela. A estratégia é fazer isso progressivamente, e não nos limitarmos a 150 ou a 100. Num dado momento, apareceu esse número, mas nossa idéia é que seja um número muito mais amplo. Muito melhor do que ter simplesmente uma lista é ter ações em cima desses grandes desmatadores", ressaltou.
O diretor disse que o cerco aos desmatadores também é realizado por meio de medidas administrativas. A partir desta quarta-feira (2), por exemplo, a página do Ibama na internet irá divulgar a relação de áreas embargadas pelo uso irregular de recursos florestais. A idéia é que, a partir da divulgação, empreendedores agropecuários e florestais possam ser responsabilizados se comprarem matéria-prima de propriedades embargadas.
Transparência com critério
Integrante da Comissão de Meio Ambiente, o deputado Luciano Pizzatto (DEM-PR), que pediu a realização da audiência, elogiou a iniciativa de transparência do Ibama. Mas ele alertou que a divulgação dos dados deve ser criteriosa para não se cometer injustiças. "Minha única preocupação é soltar uma lista antes de a pessoa ter tido o direito de ser julgada. Podemos estar cometendo algum equívoco e condenando moralmente alguém antecipadamente", disse.
"Todos nós deveríamos fazer um esforço de controle e fiscalização, mas principalmente de orientação, conscientização, estímulo e organização. Há empresas há quase cinco anos com planos de manejo parados nas mesas de técnicos do Ibama", disse o deputado.
Sipam
Por causa de um vazamento de gás no laboratório de análises clínicas do Departamento Médico da Câmara, localizado no anexo 3, a reunião da Comissão do Meio Ambiente, que estava sendo realizada no anexo 2, foi encerrada antes da hora sem que os convidados pudessem responder ao questionamento de deputados sobre o papel do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) no monitoramento da cobertura florestal desmatada.
Na avaliação de Pizzatto, os equipamentos do Sipam têm sido pouco aproveitados. Ele disse que deve encaminhar por escrito ao governo um pedido de esclarecimento sobre os usos dos recursos tecnológicos do sistema no combate ao desmatamento.
Também estavam presentes à audiência o brigadeiro Carlos Vuyk de Aquino, representante da Aeronáutica; o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel; o coordenador do Plano de Combate ao Desmatamento da Casa Civil, Johaness Heck; e o diretor-geral do Centro Gestor e Operacional do Sipam, Marcelo de Carvalho Lopes. (Fonte: Agência Câmara)
Comentário: Da-lhe IBAMA se não vai pelo amor vai pela dor tomara que isso surja efeito o mais rapido possivel e vamos ficar todos de olho nesta lista!!!!!
Desmatamento volta a crescer na Amazônia em época de chuva
Em fevereiro, primeiro mês das medidas anunciadas pelo governo federal para combater o atual repique da derrubada da floresta na Amazônia, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectou 725 km2 de desmatamento. É um número 13,4% mais alto do que o registrado em janeiro - 639 km2.
Os dois meses fazem parte do inverno amazônico, período de chuvas na região, quando é mais difícil a ação no campo. Mesmo assim, o valor é mais alto do que o registrado nos meses de agosto, setembro e outubro do ano passado, quando o clima estava mais seco - perde apenas para novembro e dezembro, quando houve o alerta no governo federal.
A maioria da área detectada, 88%, está em Mato Grosso. Mas isso não significa que ali tenha havido mais desmatamento do que em outros Estados amazônicos - o número pode ser ainda maior. ''Havia muitas nuvens sobre o Pará e Rondônia'', explica o diretor do Inpe, Gilberto Câmara.
Esses dois Estados costumam também apresentar taxas significativas de desmate, mas ficaram escondidos dos olhos do satélite pelas nuvens. Somente 12,5 km2 de desmatamento foram registrados no Pará em fevereiro e 9,6 km2, em Rondônia. Já em Roraima, Estado normalmente com pouco corte florestal, mas menos coberto por nuvens em fevereiro, foram detectados 51,7km2 de vegetação alterada.
As informações foram coletadas pelo Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter), usado para alertar as autoridades sobre grandes alterações na cobertura florestal - corte raso, quando toda a vegetação é suprimida, ou degradação - a fim de agilizar a fiscalização. Sua metodologia tem sido questionada pelo governo mato-grossense.
"Os dados do Deter de fevereiro mostram, por exemplo, duas áreas no município de Feliz Natal que teriam sido desmatadas, uma de 3 mil e outra de 4 mil hectares. Num sobrevôo, vimos que se trata de degradação progressiva", afirma Salatiel Araújo, secretário-adjunto de Qualidade Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente de Mato Grosso. O órgão não computa degradação como desmate.
CRESCIMENTO
O Deter não é o sistema ideal para medir a área desmatada, porém é usado pelo governo federal, desde 2005, como indicativo de tendência. Foram dados do Deter do segundo semestre de 2007 que deflagraram, neste ano, a operação Arco de Fogo de combate à derrubada ilegal; o recadastramento de terras em 36 municípios críticos; e a publicação de uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre crédito rural (leia mais no texto abaixo).
Para o diretor-adjunto da ONG Amigos da Terra, Mario Menezes, os dados confirmam a tendência de crescimento do desmatamento em 2008, alimentado pelo setor agropecuário aquecido e pela proximidade das eleições municipais. ''Esse processo não pára de forma abrupta. A ação do governo não dá uma resposta imediata'', afirma. ''Você pressiona de um lado, em um município ou Estado, e há vazamento do desmatamento para outro.''
Menezes acha difícil que o desmatamento seja controlado neste ano e critica as medidas anunciadas pelo governo. ''A resolução do CMN, por exemplo, não tem efeito prático.''
O pesquisador Adalberto Veríssimo, do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), acredita que a tendência demonstrada pelo Deter será confirmado depois pelo sistema oficial, o Prodes. ''Temos cerca de 1.300 km2 derrubados apenas nos dois primeiros meses do ano. E, como o Deter só pega desmatamentos grandes, acima de 25 hectares, normalmente o sistema não superestima (a área desmatada) mas subestima.''
O Deter não gerou dados nos primeiro meses de 2007, o que impossibilita a comparação direta. Mas Veríssimo acredita que, mesmo assim, os valores deste ano merecem atenção. ''Esse número mantém a taxa de corte muito elevada, para um período normalmente com taxa baixa'', diz Veríssimo. O Imazon mantém um sistema de detecção de desmatamento em Mato Grosso em Pará. Os dados do primeiro trimestre ainda não foram divulgados.
O governo federal teme que, se a tendência mostrada pelo Deter se confirmar, a área desmatada confirmada no fim do ano pelo sistema Prodes mostrará uma curva ascendente após três anos consecutivos de queda. (Fonte: Cristina Amorim / Estadao.com.br)
Comentario: Quando estes malditos madeireiros vão parar e pensar um pouco??? Bom acho que nunca ou quando a multa por esse tipo de crime for tão alta que terãoq ue vender seus bens para pagar ou isso virar crime inanfiansavel!!!
E o pior é que se aproveitam que os sátelites não podem ver por debaixo das nuvens!!!!
Abertas as inscrições para plenárias finais do "1º Fórum Nossa São Paulo " Propostas para uma Cidade Justa e Sustentável"
01/04/2008 ONU começa a discutir novo acordo contra mudança climática
Especialistas e representantes de 192 países iniciaram nesta segunda-feira (31) em Bangcoc, na Tailândia, as discussões para a elaboração de um novo acordo contra a mudança climática em 2009, que substitua o atual Protocolo de Kyoto.
O secretário-geral da Convenção Marco das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, Yvo de Boer, não prevê grandes declarações durante os cinco dias de sessões, mas ecologistas e Governos de países pobres e emergentes esperam conseguir alguns benefícios.
De Boer disse aos jornalistas que a reunião, a primeira das quatro que acontecerão este ano, "tem que estar de acordo com um programa de trabalho e com os temas que serão discutidos nas negociações do novo pacto."
Nenhuma decisão crucial sairá das conversas de Bangcoc, que se destinam essencialmente a estabelecer um cronograma para outras reuniões, culminando com a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas em Copenhague, Dinamarca, no fim de 2009.
"Nós vemos isto como um processo de orientação de progresso", disse Harland Watson, chefe dos negociadores climáticos norte-americanos.
"A situação de nosso planeta requer que os senhores sejam ambiciosos em seus objetivos, e que trabalhem duro para se chegar a um acordo", disse, em uma mensagem de vídeo exibida na reunião, o secretário geral da ONU, o sul-coreano Ban Ki-moon. "O mundo espera uma solução que funcione a longo prazo, e que seja economicamente viável", acrescentou Ban.
Os debates e negociações em Bangcoc deverão respeitar o que foi estabelecido na XII Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, realizada em dezembro passado na ilha de Bali, na Indonésia.
Especialistas em clima das Nações Unidas querem que o novo pacto imponha cortes a todos os países, embora haja grande divergência sobre como partilhar o fardo entre nações ricas, lideradas pelos Estados Unidos, e nações pobres, lideradas pela China e pela Índia.
O "Mapa de Caminho de Bali" destaca a ajuda, através do Fundo de Adaptação estabelecido pelo Protocolo de Kyoto, aos países emergentes para atenuar os desastres naturais e os efeitos negativos do aquecimento do planeta. As nações industrializadas também se comprometem a ajudar na conservação e reflorestamento, e a transferir tecnologia.
O acordo de Bali foi, além disso, um marco na luta dos últimos anos contra o aquecimento global, pois reincorporou os Estados Unidos nessa briga e estabeleceu como referência científica o quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).
Com isso, os EUA, que se recusavam até então a falar em números concretos e em cortes nas emissões, admitiram implicitamente a importância, embora não a obrigatoriedade, de que as economias industrializadas reduzam, até 2020, entre 25% e 40% de suas emissões de gases poluentes em relação aos níveis de 1990.
A União Européia (UE) defende que as nações ricas reduzam suas emissões de gases causadores do efeito estufa em 30% até 2020, e espera que esta reunião de Bangcoc ofereça um "plano de trabalho detalhado e substancial que contenha os assuntos centrais do futuro acordo."
O especialista Anong Snidvong, diretor da "Start", agência tailandesa que investiga a mudança climática, afirmou que a reunião também permitirá falar de outras questões relacionadas, como o cumprimento dos objetivos do Protocolo de Kyoto até 2012.
"Estou convencido de que poderemos achar um novo mecanismo que ajude os países do Anexo 1 do Protocolo de Kyoto, que são obrigados a reduzir suas emissões em 5% até 2012 em relação aos níveis de 1990", disse Snidvong, que afirmou ainda que os mecanismos atuais são "impraticáveis".
Os debates na Tailândia, fundamentalmente técnicos, continuarão em Bonn, na Alemanha, em junho; em agosto, em local ainda não definido, e em dezembro, na cidade polonesa de Poznan.
Grupos ambientalistas estão olhando de perto a reunião para sinais de comprometimento com a sustentabilidade dos países ricos e pobres. "É o primeiro teste para ver se a boa vontade e as boa intenções, presentes em Bali, continuarão presentes quando ele começarem as negociações mais difíceis", disse Angela Anderson, do grupo de ambientalistas de Washington Pew.
Conversas difíceis - Embora as negociações devam ser difíceis, as séries de relatórios das Nações Unidas sobre a mudança climática no ano passado ressaltam a necessidade de barrar o aquecimento global.
Um relatório em particular disse estar mais de 90% certo que ações humanas - principalmente a queima de combustíveis fósseis, como o petróleo - eram culpadas pelas mudanças climáticas do sistema.
Uma importanete questão a ser abordada é a relutância dos grandes países em desenvolvimento, como a Índia e a China, em adotar quaisquer medidas que possam atrasar sua rápida industrialização. (Estadão Online)
24/03/2008 Projeto do Brasil ensina Amazônia para norte-americanos
Tem “gringo” que acha que a Amazônia é uma grande floresta habitada por índios selvagens – quando, na verdade, tem diversas comunidades e populações. Outros pensam que o Rio Amazonas fica pertinho de São Paulo ou do Rio de Janeiro. Para derrubar mitos como estes e divulgar os povos da floresta é que uma equipe de brasileiros firmou uma parceria inédita com a secretaria de educação de Nova York. Lá, as crianças e adolescentes de 3ª e 6ª séries vão aprender sobre a região com material produzido no Brasil.
A iniciativa é do Grupo de Trabalho Amazônico, formado por mais de 600 organizações não-governamentais, movimentos sociais e lideranças dos povos da floresta. Além de material didático, o Brasil leva para o centro da economia norte-americana uma grande exposição sobre a Amazônia, que já passou por Paris, Lausanne na Suíça, São Paulo, Rio e Minas.
“Pela primeira vez nós brasileiros vamos dizer como ensinar Amazônia nos Estados Unidos”, diz Eugênio Scannavino Netto, organizador dos projetos. “A questão é mostrar que a Amazônia é brasileira e existem projetos positivos. Mostrar lá fora que preservar a Amazônia é buscar apoios que ajudem os brasileiros a proteger a floresta.”
O que as crianças vão aprender - Professores da rede pública da cidade já receberam kits pedagógicos com 90 páginas de informação para a 3ª e para a 6ª série. O ano escolar em que o conteúdo é ministrado foi definido pela secretaria de educação da cidade. O herói do material didático é o Curupira, personagem folclórico de cabelos cor-de-fogo que confunde os caçadores.
Com o auxílio dessa lenda, a biologia e a paisagem, a geografia e os povos tradicionais da floresta entram em pauta nas escolas de Nova York. E os estudantes poderão ainda visitar a exposição Amazônia Brasil.
O que ficará exposto - A principal parte da mostra ficará montada, a partir de 17 de abril, em uma tenda de 1.200 m quadrados no Píer 17, parte comercial e histórica da ilha de Manhattan.
“Temos recebido uma resposta muito boa de professores interessados em agendar a visita dos alunos. No Píer 17, eles vão poder sentir as sementes da Amazônia, entender o desmatamento, ver as áreas queimadas, ver fotos de satélite, sentir a atmosfera”, diz Malu Ramos, da Fare Arte, empresa que desenvolve a mostra.
De acordo com Malu, uma das partes mais emocionantes da exibição é um vídeo das populações ribeirinhas. “Na Europa, visitantes choravam ao ver as crianças cantando ‘Atirei o pau no gato’ ou brincando na água. Eram brasileiros que voltavam no tempo da infância”, diz.
“Também tem brasileiro que não conhece a Amazônia. A mostra não é só para americano, é para a sensibilização”, afirma Malu. A meta é reunir um público de 400 mil pessoas desde o lançamento, no meio de abril, até o encerramento, em 13 de julho.
O movimento da Amazônia em NY também se estenderá a outros espaços, como o World Financial Center, com mostra de design, ou o hall dos visitantes da Organização das Nações Unidas (ONU), abordando as mudanças climáticas.
E é no Píer 17 que os nova-iorquinos comemoram todos os anos sua independência em 4 de julho. A queima de fogos de artifício atrai moradores e turistas para a região, daí a expectativa por um grande número de pessoas na mostra. “Não vai ter jeito de esse povo não ver a Amazônia. Vai ter chinês, inglês, espanhol”, brinca Malu. (Globo Online)
Comentário: Meu esse sim é um ótimo projeto assim que sabe certos "americanos" pram de achar que a amazônia é deles e sim da nação Brasileira e entre outras nações que tem uma parte dessa riquesa e biodiversidade!!!!
Ibama cria grupo de trabalho para Educação Ambiental
(Brasília – 25/02/2008) Foi assinada no ultimo dia 22 de fevereiro pelo presidente do Ibama, Bazileu Margarido, a Portaria nº 147, que institui um Grupo de Trabalho (GT) com a finalidade de propor as medidas necessárias à institucionalização e execução das diretrizes de educação ambiental (EA) no âmbito das ações do Ibama.
Os trabalhos do GT contribuirão para a definição do modelo institucional que propiciará a transversalidade da educação ambiental nas ações do Ibama. Isto visa garantir que a EA esteja presente em todas as áreas do instituto por meio de núcleos de educação ambiental em cada uma das Diretorias e, também, nas unidades descentralizadas, sendo coordenadas pela administração central.
Historicamente, o Ibama vem contribuindo para a construção de políticas públicas de EA desde o inicio da década de 1990. Portanto, os trabalhos do GT são relevantes no sentido de apresentar subsídios para reestruturar a EA no Ibama e, desta forma, propiciar a continuidade da contribuição do instituto no subsídio para a construção de políticas públicas de EA em todo o país.
O GT tem 30 dias, prorrogáveis por igual período, a contar da data de publicação da portaria, para concluir os trabalhos e apresentar o relatório final.
Fazem parte do GT tanto pessoas que já trabalham com educação ambiental no instituto quanto servidores recém ingressados na carreira de analista ambiental, mas que possuem histórico de trabalho com educação ambiental. Essa heterogeneidade é o diferencial para o fortalecimento da EA no Ibama.
Os titulares do GT são: João Paulo Sotero (Diqua), coordenador do GT; Helena Araújo (Diplan); Elizabeth Uema (Dilic); Genebaldo Freire (Dipro); Elizabete Fonseca (Dbflor). Os suplentes são: Erismar Rocha (Diqua); Liceros dos Reis (Diplan); Giuliana Barriguelli (Dilic); Maria Magnólia Lins (Dipro); Ricardo Lopes (Dbflor).
COMENTARIO: Olha demorou muito, enquanto muitas cidades e instituições pequenas já tem um projeto deste a anos só agora uma instituição do tamanho e importância do IBAMA resolveu adotar esse tipo de programa!!!
Bom vamos esperar os resultados desse programa, torço para que seja bom, assim como muitos outros que já estão dando certo!!!
Opções de lazer ecológicos na páscoa!!!!
Boa noite galera e boa páscoa!!!! Bom para quem ficou em São Paulo assim como eu estou deixando umas opções de passeios ecológicos e sem sair da cidade eum pouco da História de de cada umm!!! Aqui estão eles:
Parque Estadual da Cantareira
Região: Sudeste
Estado: São Paulo
Município: São Paulo, Caieiras, Mairiporã e Guarulhos
Bioma: Floresta Atlântica
Área: 7.916,52 ha
Criação: Decreto 41.626 (1963)
Unidade de Proteção Integral
O Parque Estadual da Cantareira é uma Unidade de Conservação criada através do Decreto nº 41.626/63. Possuindo 7.916,52 ha., abrange parte dos municípios de São Paulo, Caieiras, Mairiporã e Guarulhos. Trata-se de um grande fragmento de Floresta Atlântica que abriga diversas espécies de fauna e flora, além de mananciais d'água de excelente qualidade.
A área do Parque foi tombada no final do século passado como forma de garantir o abastecimento da cidade de São Paulo, através das Represas do Engordador, Barrocada e Cabuçu. Sua conservação garante a preservação dos atributos naturais desta região.
Possui 90,5 quilômetros de perímetro e diversos tipos de uso do solo em seu entorno, como sítios, chácaras de recreio, condomínios de alto padrão, pedreiras, áreas densamente urbanizadas e terrenos com mata nativa.
Núcleo Pedra Grande
Este foi o primeiro núcleo do Parque Estadual da Cantareira aberto ao público em 1989, apresenta infra-estrutura de portaria, bilheteria, guarita, sanitários, audiovisual, anfiteatro, museu, áreas de piquenique e trilhas de interpretação da natureza, permitindo o desenvolvimento de atividades voltadas tanto para o público geral, como para o público escolar. Realiza agendamentos todos os semestres para escolas, agências de ecoturismo, entre outros.
As trilhas existentes no Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Pedra Grande caracterizam-se principalmente por oferecer a oportunidade ao visitante de um contato direto com a Floresta Atlântica, mesmo estando apenas a 10 km da Praça da Sé, o coração geográfico de São Paulo.
A Trilha das Figueiras possui 1.200m de percurso variando de suave à íngreme, onde o visitante pode observar as árvores altas que deram o nome à trilha e possivelmente bugios alimentando-se de seus frutos, poderá ver também curiosos matacões (granitos) que sofrem o fenômeno denominado de esfoliação esferoidal, onde as rochas apresentam fendas.
A Trilha da Bica possui 1.500 m de percurso suave, circundando uma microbacia hidrográfica em que o visitante pode refrescar-se com a água da bica e observar, além de muitos pássaros, um bando de quatis que freqüenta a área.
A Trilha da Pedra Grande, possui o maior percurso, que é de 9.500 m. Trata-se de uma antiga estrada que teve seu asfalto preservado. O ponto alto da trilha é a Pedra Grande, um grande afloramento rochoso de granito, onde devido à sua posição geográfica, permite que a cidade de São Paulo seja vista do Norte para o Sul. Em dias claros pode-se ver trechos da Serra do Mar além da cidade. Essa trilha também dá acesso ao Lago das Carpas, agradável área para prática de exercícios físicos e apreciação dos peixes existentes no lago.
Acesso pela marginal tietê até Av. Eng.º Caetano Alvares, (edifício do jornal "O Estado de São Paulo) seguindo pela av. Santa Ignês, av Luís Carlos Gentille de Laet , no cruzamento entrar a esquerda seguindo a rua do Horto até o nº 1799 - zona norte da capital paulista. Maiores informações pelo telefone 6231-8555 ramal 236
Núcleo Engordador
Este foi o segundo núcleo do Parque Estadual da Cantareira aberto à visitação pública e às atividades de educação ambiental, em duas etapas de 1992 à 1995 quando foi fechado e mais tarde, em 1997 quando uma importante parceria entre o Instituo Florestal e Furnas Centrais Elétricas permitiu sua reabertura ao público. Possui portaria, bilheteria, sanitários, área de piquenique, centro de visitantes, audiovisual e, claro, as maravilhosas trilhas de interpretação da natureza.
O curioso nome Engordador, deve-se ao fato de ter existido no final do século XVII, uma fazenda onde era realizada a "engorda" do gado que ali chegava. É por isso que depois da desapropriação para abastecimento de água a região ganhou o nome de Engordador.
O Núcleo Engordador é o resultado de uma compensação ambiental de Furnas Centrais Elétricas com o acompanhamento técnico do Instituto Florestal, por ocasião, em 1987, das obras de instalação de torres de transmissão de energia elétrica na área do Parque Estadual da Cantareira, ligando os trecho Guarulhos à Ibiúna.
As trilhas existentes no Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Engordador caracterizam-se principalmente por oferecer a oportunidade ao visitante de um contato direto com a Floresta Atlântica, mesmo estando no município de São Paulo.
A trilha da Cachoeira possui aproximadamente 6,5 km, cujo percurso passa por algumas cachoeiras e cruza o Rio Engordador diversas vezes. Na sua parte mais alta encontra-se o antigo tanque de captação d'água da Sabesp.
A trilha do Macuco possui cerca de 700 m de percurso leve, passando por entre os canos que faziam parte do antigo sistema de abastecimento de água. Acompanha riacho, permite visualizar solo hidromórfico e mata ciliar.
A trilha de Mountain Bike, com 1.400m de percurso variando de leve à ingreme, passando por espécies da Mata Atlântica demonstrando ao final o contraste do ambiente natural com a Torre de Furnas necessária a transmissão de energia elétrica, seu objetivo educacional é justamente a reflexão sociedade x natureza. É a única trilha para prática de ciclismo, todas as outras são para caminhadas.
Acesso pela Rodovia Fernão Dias, até o Km 79 sentido SP-BH, entrar na alça de acesso para a Av. Coronel Sezefredo Fagundes, n.º 19.100 - sentido Mairiporã. Próximo à Pedreira Itacema.
Núcleo Águas Claras
O Núcleo Águas Claras é mais um núcleo de visitação e educação ambiental do Parque Estadual da Cantareira. A implantação de tal área já estava prevista no Plano de Manejo do Parque desde 1974, mas somente em 2000, através de uma parceria entre o Instituto Florestal e a Congregação das Associações da Serra da Cantareira (CASC) é que tal área pode vir a ser aberta ao público.
O nome Água Claras deriva da microbacia em que a área está inserida, que é formada pelo ribeirão Águas Claras. Localizado no município de Mairiporã, que tem 80% de sua área decretada como Área de Proteção aos Mananciais, tal área tem por objetivo proporcionar aos moradores da Grande São Paulo não apenas um contato direto com a floresta de maior biodiversidade do planeta – a Mata Atlântica, mas também de resgatar a memória sobre a cultura das águas.
Nos acostumamos a ver os rios transformados em esgotos a céu aberto, ou a serem canalizados e cobertos pelo asfalto, a não mais vermos as bicas e nascentes porque estão escondidas atrás de canos. Só nos lembramos de nossos mananciais na época das grandes chuvas, em que as forças das águas se manifestam na forma de enchentes, destruição e doenças.
Esquecemos que os rios e fontes assim como os animais e vegetais fazem parte do meio ambiente e tem ritmos e movimentos próprios. Modificamos os traçados dos rios, esquecemos do futebol de várzea, das brigas de lavadeira, do ponto de encontro nos chafarizes da cidade, das regatas pelos principais rios da cidade. Desconsideramos a água como um recurso ecológico e de integração cultural e social.
O Núcleo Águas Claras representa a retomada de consciência do homem moderno a respeito da finitude dos recursos naturais. A partir do conceito mais moderno de gerenciamento de áreas naturais, onde a população é co-gestora das mesmas, cada vez mais escassas no planeta. o Núcleo Águas Claras desenvolverá trabalhos de educação ambiental com a comunidade tendo como enfoque a preservação dos mananciais
O Núcleo conta com administração, portaria, bilheteria, estacionamento, centro de visitantes, audiovisual e trilhas interpretativas, além da comunicação por trilha com o Núcleo Pedra Grande, onde o visitante também poderá conhecer a exuberante vista da cidade no mirante que leva o nome do núcleo, além da placidez do Lago das Carpas.
A Trilha das Águas Claras com seus quase 700m, percorre a mata ciliar no ribeirão de mesmo nome, levando o visitante a uma pequena bica e a pequenas corredeiras e quedas d'água, além do Recanto das Águas, onde o visitante poderá sentar-se sob a sombra das árvores e perceber o barulho incessante das florestas
Pela Trilha da Samambaia-açú há a caminhada de aproximadamente 1.250m por uma fabulosa alameda de samambaias, onde essas plantas de até 2,5m de altura, margeiam a trilha sombreando-a.
A Trilha das Araucárias com cerca de 1.250m é toda ladeada de pinheiros-do-paraná, cujo nome científico é Araucaria angustifolia. Esta é a única espécie de pinheiro nativa do Brasil. Os majestosos pinheiros foram introduzidos no Parque no final do século XIX, quando experimentos de silvicultura eram realizados na área. Além do pinheiro-do-paraná, poderão ser observados outros tipos de pinheiros do gênero Pinus. Atualmente, sabe-se que não é correto introduzir espécies exóticas em áreas naturais protegidas, porém o plantio realizado no passado, permite observar o desenvolvimento conjunto da mata nativa com o pinus.
A suçuarana (onça parda) é o maior felino encontrado no Parque Estadual da Cantareira, e a existência de tal animal na área é motivo de grande orgulho para os conservacionistas, afinal estamos dentro da maior metrópole da América Latina. No Núcleo Águas Claras foram encontrados rastros deste majestoso animal, daí uma das trilhas ter recebido o nome de Trilha da Suçuarana, embora a visualização do animal não seja possível por se tratar de espécie de hábitos noturnos. Com aproximadamente 1.200m de extensão o visitante percorrerá bosques de pinheiros e de mata ciliar com árvores de até 30m.
O acesso ao Núcleo Águas Claras é feito pela Marginal Tietê até a ponte do Limão, seguindo pela Av. Engenheiro Caetano Alvares, Av Água Fria até a Av. Nova Cantareira, seguindo-se em frente pela Av. José Ermírio de Moraes. O Núcleo fica próximo à divisa dos municípios de São Paulo e Mairiporã, um pouco antes do portal de Mairiporã. Maiores informações pelo telefone 6231.8555 ramal 236.
Núcleo Cabuçu
Este é o quarto e último núcleo do Parque Estadual da Cantareira, será aberto ao público no final do ano 2000. É resultado de uma importante parceria entre o Instituto Florestal, o SAAE (Serviço Autônomo de Abastecimento de Guarulhos) e Secretaria do Meio Ambiente do Município de Guarulhos.
Assim como outras glebas que hoje formam o parque, boa parte da Bacia do Cabuçu foi desa-propriada para compor a área a ser protegida pelos mananciais de abastecimento, em 1904 foi construída a barragem, ficando conhecida como Represa do Cabuçu, funcionou por mais de 60 anos, sendo desativada quando entrou em operação o atual sistema Cantareira.
Em 1999, foram iniciados os estudos para reativação do uso da barragem, desta vez para contribuir no abastecimento de parte do município de Guarulhos, área de intenso aumento de ocupação nos últimos anos. Como a área foi decretada como parque em 1963, há a necessidade de desenvolver diver-sas ações para que os objetivos tanto do parque como do abastecimento sejam alcançados.
Um importante trabalho de conscientização está sendo elaborado para que a população local entenda que não é possível brincar na área da barragem por motivo de segurança, pois qualquer pessoa poderá ser "sugada" pelas bombas do reservatório. Por outro lado, um grande problema da comunidade será resolvido, pois o rodízio de um dia com água para dois sem, deixará de exisitir.
O Núcleo contará apresentará infra-estrutura de portaria, bilheteria, guarita, sanitários, audio-visual, anfiteatro, centro de visitantes, áreas de piquenique e trilhas de interpretação da natureza permitindo o desenvolvimento de atividades voltadas tanto para o público geral, como para o público escolar. Realizará um importante trabalho junto à comunidade local, em função da importância do parque para o incremento da qualidade de vida, com a correção. Haverá, também agendamentos todos os semestres para escolas, agências de ecoturismo, entre outros.
Acesso pela Rodovia Fernão Dias até a Casa de David, (Km 80 sentido SP-BH), seguir pela Estrada da Barrocada até a Estrada do Cabuçu n.º 2.691
Inserido dentro da região metropolitana de São Paulo, o Parque Estadual da Cantareira é caracterizado como uma das maiores florestas tropicais nativas do mundo em regiões urbanas e, por esse motivo, um grande desafio de pesquisa no campo de manejo de áreas silvestres, pois a legislação vigente que respalda todas as ações do manejo, foi pensada e estruturada nas necessidades geradas pelas Unidades de Conservação no país todo, sendo que a grande maioria localiza-se distante dos grandes centros urbanos.
Núcleo Pedra Grande: Rua do Horto, 1.799 - Horto Florestal Fones: 6231.8555 Ramal 236 ou 6231.5049, no local também funciona a Sede Administrativa do parque.
Núcleo Engordador: Av. Cel Sezefredo Fagundes, 19.100 - Cachoeira Fone: 6995.3234 Núcleo Águas Claras, Av. José Ermínio de Moraes, s/n Mairiporã fone: 6232-5049
Núcleo Cabuçu: Estrada do Cabuçu, 2691 Guarulhos (Não aberto ao público somete a escolas) fone: 6232-5049http://www.iflorestsp.br/
Boa noite Galera!!!
Bom graças a páscoa ganhei mais uns dias para estudar para minha terrivel prova de anatomia e fisiologia comparada pois a faculdade só volta na segunda!!!!
O lado ruim é que não irei viajar por falta de grana já que mais uma vez a prefeitura de Guarulhos atrasou o pagamento do estágiarios!!!
Boa noite a todos e vou voltar ao jogo de poker na net fuiii!!!!